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Parque Arqueológico de Petra

Acordamos cedo. Ficamos hospedados no Sela Hotel (Tourist Street), na entrada da cidade. Diária a US$ 45, com café da manhã. O quarto era escuro, mas confortável. Mas, infelizmente, tinha cheiro de cigarro. Havia, aliás, um cinzeiro no quarto. Os jordanianos, jovens e idosos, fumam muito.


O ingresso no Parque Arqueológico de Petra (PAP), de 264 metros quadrados, custa caro. Um contraste para quem vem de Amã, onde tudo é incrivelmente barato. Pagamos, cada um, JD 50 /US$ 50. Há descontos para mais dias: JD 55 para visitar o local dois dias e JD 60 para três dias, tendo em vista que a área é bem extensa. Há, também, opções de se fazer o caminho em charretes, mas aí paga-se mais JD 20 (metade do caminho) e JD 40 (caminho completo). Alguns nativos oferecem passeios em burros, cavalos ou camelos. O valor não é estipulado. Eles dizem que é de “graça”, o que não é verdade, claro. Insistem bastante e existem inúmeros por toda parte dentro do parque.

feiras de artesanato na entrada e no interior da cidade.

LEMBRE-SE de ir com um calçado confortável, chapéu ou boné e de levar água e protetor solar.

O ponto mais fotografado e procurado pelos turistas é o “Al-Khazneh” (Tesouro), que é uma fachada imponente de 30 metros de altura e 43 metros de largura, esculpida para ser o túmulo de um importante rei Nabateu.

Uma foto tradicional é com o camelo em frente ao monumento. O tratador do camelo cobra, claro. Apesar de ainda ser umas 8h quando chegamos lá, já havia muitos turistas.

Até chegar lá se percorre um desfiladeiro de arenito (“Siq”) de pouco mais de 1 km de extensão, ladeado por paredões incrivelmente roseados de 80 metros de altura. Alguns desses desfiladeiros estreitam-se durante o percurso. O lugar, realmente, é além da nossa imaginação. O melhor horário para fotografar é de manhã cedinho ou ao pôr-do-sol. Algumas pedras têm formatos que lembram animais, como por exemplo, o elefante.

Seguindo caminho, encontramos blocos de pedras – monumentos em forma de cubo, conhecidos como “Djinn Blocks”: Djinn é um tipo de espírito característico do folclore árabe –, obeliscos, templos (do século XII e XIII), tumbas, altares para sacrifícios, ruas com colunatas. As centenas de túmulos esculpidos na rocha com gravações intrincadas – vazios, mas incrivelmente conservados, são impressionantes.

Destacam-se o Teatro Romano, com capacidade para 3.000 lugares e o impressionante Mosteiro Ad-Deir, cujo acesso se dá por uma escadaria com 800 degraus cortados na rocha. Acima do Teatro, há uma escada cravada na rocha que se pode subir e, de lá, ter uma visão incrível de quase toda a cidade e do mosteiro.

No local, há também dois excelentes museus: o Museu Arqueológico de Petra e o Museu Nabateu de Petra – ambos com descobertas das escavações na região.

Depois do parque, almoçamos. Há várias opções na rua que dá acesso ao sítio arqueológico. Passamos, também, em uma padaria: Sanabel Bakeries & Sweets. Novamente, assim como no restaurante em Amã, eu era a única mulher no local.

A cidade também tem ótima estrutura hoteleira. Há um grande hotel bem na porta do parque arqueológico. No entanto, os preços costumam ser salgados.

Regressamos para Aqaba, entregamos o carro e o rapaz da agência nos deu uma carona até a fronteira com Eilat, em Israel, onde atravessamos a pé.

Caso alguém chegue tarde em Aqaba, pode pernoitar lá também. A cidadezinha é bem desenvolvida e tem muitos hotéis. Uma dica é o Almarsa Hotel. Localizado no centro, perto da Jet Bus Station (estação de ônibus Jet), perto da Aqba Beach (sim, tem praia lá) e a 15 minutos do aeroporto.


Aqba é a maior cidade no Golfo de Aqaba e a única cidade costeira da Jordânia, situada no extremo nordeste do Mar Vermelho. É, inclusive, uma das principais atrações turísticas da Jordânia, famosa pela sua água morna e rica em vida marinha, e com boa oferta de hotéis e resorts. 

A grande aventura

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